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Boa notícia para nossa pecuária e para o agronegócio brasileiro.

 Boa notícia para nossa pecuária e para o agronegócio brasileiro, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, anúnciou dia 29 de junho a liberação da exportação de carne bovina in natura brasileira para os Estados Unidos, após 15 anos de impedimento por restrições sanitárias.

Os norte americanos já importam carne industrializada do Brasil, e são lideres no ranking das exportações brasileiras nesta categoria. Com a entrada da carne in natura no mercado, vai facilitar o nosso acesso a países que ainda utilizam artifícios comerciais disfarçados  de barreiras sanitarias. Muitos países usam os EUA como referência nas suas importações, e deverão com isso, mudar sua opinião, abrindo seu comercio.

    Para Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC, a abertura do mercado norte-americano para carne in natura brasileira abre precedentes para o Brasil aumentar suas exportações. "Diversos países usam o sistema norte-americano como referência para negociações internacionais e podem mudar sua visão em relação ao nosso produto. Este será um fator importante também para as tratativas com o Japão, que ainda mantém embargo à carne brasileira". 

    O início das exportações para os Estados Unidos, de acordo com Camardelli, também vai ajudar a resolver a equação das vendas de cortes do dianteiro bovino. "O consumo interno prioriza cortes traseiros e agora teremos um ótimo mercado para explorar o corte dianteiro, muito utilizado para a produção de hambúrgueres", afirma o presidente da ABIEC.

    As exportações brasileiras de carne bovina in natura, devem somar cerca de 3 mil toneladas neste ano, estimou a consultoria Agrifatto. Os cálculos da consultoria consideram que os frigoríficos brasileiros já estarão aptos a exportar carne bovina para os EUA, a partir do fim de agosto, conforme é a expectativa anunciada pelo Ministério da Agricultura.

    A estimativa da Agrifatto, de 3 mil toneladas neste ano, é mais conservadora do que a divulgada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).“Sobram apenas 4 meses para embarcar carne e fechar o ano, o que deve levar a um volume de 3 mil toneladas de carne brasileira aos EUA, caso tudo corra bem. O volume representa 0,2% do total exportado pelo Brasil em 2014”, avalia a consultora Lygia Pimentel, da Agrifatto.

    No longo prazo, porém, a abertura “é extremamente benéfica” e pode ter reflexos positivos para a abertura dos mercados países como Japão e Coreia do Sul, afirma ela.

Fonte: Valor Econômico, ABIEC, BeefPoint, Agrifatto.

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